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Pode falar sobre suicídio na escola?

Sabemos que falar sobre suicídio é um tabu. O tema é bastante delicado e complexo o que leva alguns a pensarem “é melhor não tocar no assunto”. Para se ter uma ideia do quão importante é o tema, dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que o suicídio já é a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Bem como, em dados norte-americanos, as tentativas entre crianças de 12 a 14 anos dobraram em menos de dez anos. No Brasil, a faixa etária mais preocupante engloba jovens entre 15 e 25 anos. Isso sugere que a prevenção deve começar ainda na infância.

E qual contexto que crianças e adolescentes mais convivem se não na escola?

A escola cumpre função muito além de promover aprendizagem curricular. É o local de convívio, de construir laços e relacionamentos. Tudo isso é educação.  Portanto a escola tem papel fundamental para a prevenção ao suicídio e aos desencadeadores de sofrimentos como bullyng, autolesão, depressão, abuso de drogas e violência intrafamiliar. De preferência, de maneira constante para que se desmistifique o tema e crie-se uma cultura de acolhimento e empatia entre a comunidade escolar. 

Mas como o suicídio pode ser abordado dentro da escola? Como os educadores e a comunidade escolar podem atuar para prevenir e lidar com uma questão tão séria?  

O trabalho na escola deve estar direcionado aos pais, aos educadores e aos estudantes. É preciso levar em conta o contexto de vida de cada um e se concentrar em atividades que promovam a diversidade, a interação, o acolhimento. A escola deve investir na capacitação de profissionais, que podem ser tanto professores como funcionários, para se aproximar dos estudantes de modo a construir vínculos e identificar sujeitos mais vulneráveis. A escola precisa desenvolver sistema preventivo a partir de ações que os aproximem dos alunos com acolhimento e empatia.

Entendemos que falar desse assunto não é fácil, mas é somente com informação e ações tecnicamente fundamentadas que podemos criar um sistema preventivo de cuidado.

Desde o início da nossa atuação, a APICE já atuou em 5 escolas, alcançando diretamente mais de 500 coordenadores, professores e pais.

As modalidades de treinamento que oferecemos incluem:

  1. Treinamento aos agentes educacionais (direção, coordenação, professores, auxiliares, seguranças etc.
  2. Palestras aos pais e alunos.
  3. Gestão de Crise (orientação e consultoria para momentos difíceis)
  4. Pronto-atendimento emocional (Plantão Psicológico): temos uma equipe de psicólogos treinada para a Atenção a Crise, ou seja, em momentos pontuais, a melhor ação de cuidado é acolher e estabilizar a pessoa de forma imediata.     

Quer conhecer melhor esse trabalho? Ficamos à disposição para agendarmos uma conversa e, assim, desenharmos um plano de ação completo e priorizado pelas suas necessidades e ocorrências locais.

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