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Impacto na saúde mental dos trabalhadores: bem-estar emocional na pauta do momento.

A pandemia provocou um verdadeiro bota-fora dos anseios profissionais dos brasileiros, já nos trouxe a revista EXAME. Até então, bater metas e estar comprometido com os objetivos da organização estava no topo das prioridades de empresas e funcionários. Hoje a vida está mais complexa, desafiadora e a rotina mais intensa e dolorosa.

Com todas essas mudanças e instabilidades, as organizações estão percebendo a necessidade de trabalhar as questões emocionais e relacionais das pessoas dentro do contexto do trabalho. Já sabemos que pessoas felizes, produzem mais. Mas, agora, essa ideia ganha contornos urgentes quando nos deparamos com mais ansiedade, receio e incerteza quanto ao futuro, lutos e perdas constantes. Tudo isso somado a migração do trabalho para os espaços virtuais, provocando mudanças em vários aspectos da vida dos colaboradores e lideranças.

A pandemia parece ter trazido à tona uma séria de fatores que chamamos hoje de saúde emocional do colaborador, ou como preferimos usar, das pessoas. O que antes parecia não ser tão importante, ou talvez, não considerávamos como prioridade, seja por medo de trabalhar questões que são difíceis ou que muitas vezes parecem não caber dentro do contexto do trabalho, tem-se tornado emergente, quase impossível de jogarmos para debaixo do tapete. Aquela afirmação antiga, em que “precisa separar a vida pessoal da vida profissional”, já não faz nenhum sentido. Não só por não ser possível separar essas dimensões, mas também porque a vida profissional passou a acontecer (em muitos casos) dentro da casa do colaborador.

Os gestores e líderes vem se deparando com o desafio de trabalhar questões relacionados a saúde mental da sua equipe, tendo em vista o quanto estamos nos deparando cada vez mais com sofrimentos intensos e de difícil compreensão, aos quais nos percebemos com pouca habilidade para lidar com os mesmos.

O bem-estar emocional passou a ganhar destaque nas pautas organizacionais para garantir (cuidar, promover) a saúde mental de seus colaboradores. É importante esclarecermos que saudável emocionalmente não significa sem sofrimento, sem dificuldades. O que estamos chamando de saudável é a capacidade que as pessoas tem para lidar com o sofrimento que se apresenta. É a tal da resiliência, que nos convoca a termos uma atitude proativa e responsável com nossas dificuldades, desenvolvendo capacidades (e estratégias) de autopercepção e autocuidado. Quando falamos em resiliência, englobamos diversas características de comportamento, como adaptação a diferentes cenários, busca por solução de problemas e enfrentamento de situações muito estressantes ou até traumáticas.

Resiliência organizacional é a capacidade que as organizações têm de perceberem seu contexto, suas relações, juntamente com as turbulências existentes, desenvolvendo ações estratégicas que ajudem a lidar com os momentos de crise. Esta resiliência nasce das pessoas em suas relações. A capacidade que temos – e que podemos desenvolver / potencializar – de nos conectarmos com o outro é transformadora. A empatia é um dos caminhos para criarmos relações mais significativas que podem impactar positivamente no trabalho. Estudos apontam que treinamentos de empatia dentro de equipes de trabalho podem aumentar até 50% do faturamento por pessoa*.

Diante dos desafios que estamos atravessando, nesse contexto de pandemia, percebemos o quanto é importante desenvolver estratégias para promover o bem-estar e potencializar o cuidado da saúde mental dentro das organizações, seja no momento da crise ou então para evitar o agravamento de uma situação vigente, atuando de forma interventiva e preventiva.

Algumas estratégias de promoção do bem-estar nas empresas:

  1. Palestras/lives reflexivas: momentos de sensibilização e ampliação de ferramentas para o cuidado emocional;
  2. Treinamento/Capacitação em cuidado emocional e resiliência: para desenvolver e/ou potencializar uma liderança mais empática em momentos difíceis;
  3. Pronto-atendimento psicológico: oferece um espaço de acolhimento e cuidado no momento de elevado estresse para estabilizar a pessoa e engajá-la em estratégias de enfrentamento.

Compreendemos a singularidade e especificidade de cada contexto, portanto, nossos projetos são adaptados para as necessidades de cada organização. Estamos à disposição para conversa e, assim, estruturarmos ações e estratégias para sua organização.

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